Enen

 

Origem do produto

-::

BASQÜADÉ

 

Entre em contato

Farmeco Ltda
Constituyente 1735
Tel. (+598) 2.4032341
(+598) 2.4023735

Montevidéu-Uruguai

 
 

Casos clínicos de câncer de próstata

Nome:

Idade: 67 anos

Motivo da consulta:

5/10/2001 Consulta por Polaquiúria e disúria. Faz RAO que amerita ser sondado. He tratado com desinflamatorios pélvicos e não melhora. Esta sintomatologia ele já estava apresentado há seis meses. Foi motivado a fazer a consulta pelo episodio de RAO.

Antecedentes pessoais:

Sem antecedentes pessoais a se destacar.

Antecedentes familiares:

Mãe falecida por CA de reto.

Antecedentes de da doença atual:

Inicia-se há seis meses com polaquiúria e disúria que justifica o tratamento já enunciado.
Realiza-se toque retal que demonstra próstata compatível com grado IV de hipertrofia. Realiza-se uma biopsia por ecografia transretal que demonstra adenocarcinoma de próstata bem diferenciado. Gleason 5, PSA 14.94
Inicia-se o tratamento com Basqüadé o dia 3 de novembro de 2001, 40 gotas 3 vezes ao dia.PSA aos 39 dias: 8.21
23/11/2001: Tomografia computadorizada
Próstata muito aumentada de tamanho e sua densidade é heterogenia com uma pequena formação hipodensa, que pode corresponder-se à necrose no seu interior.
Deforma o piso da bexiga mais não parece infiltra-la.
Decide-se aumentar o medicamento para 40 gotas 4 vezes ao dia. Melhora os transtornos miccionarios (ardor miccional) e dor testicular.

Evolução da enfermidade

Com data 16/01/2002 realiza-se PSA com o seguinte resultado: 6.74ng/ml. O 22/08/2002 PSA total 0.83ng/ml. Destaca-se que o paciente também recebeu, como aconselhamos, a terapia convencional, hormonal e radiante, estando no momento em cura clinica.
Paciente de alta.

Conclusões:

Basqüadé é um medicamento de comprovada eficácia nesta patologia, demonstrada com os anos e a experiência empírica. É evidente que o produto evitou danos mais significativos no paciente e podemos dizer que é um medicamento pelo que este paciente vive agradecido por haver eliminado seu mal.

Caso 2: Patologia prostática maligna

Nome:


Idade: 66 anos


Motivo de Consulta:


26/12/2000 Consulta por Polaquiúria sem outros sintomas. Urinas normais.


Antecedentes Pessoais


Hipertensão, tratado com regime hiposodico mesmo que não o cumpre regularmente.
Fumador por 30 anos. Não álcool. Apendicectomizado e amigdalectomizado asma até os 22 anos.

Antecedentes Familiares:

Nenhum a se destacar

Antecedentes da Enfermidade Atual:

Inicia-se com polaquiúria. Foi estudado com PSA que demonstrou cifras de 84.5 o dia 5/03/2001 o que motivou um estudo mais exaustivo.

04/04/2001 – Realizou-se ecografía que mostrou imagens compatíveis com próstata de 38mm x 36mm por 42mm com um peso aproximado de 28g, resíduo por miccional escasso sem significado patológico, parede vesical de grossura normal, sem projeções endoluminales, unindo vesicouretais livres. Ecografía renal bilateral: ambos rins são de forma e tamanho normal, com relação parenquimo-sinusal conservado. Não se observam signos de hidrinefrose nem imagens que poderiam corresponder a litíase.
Punção Biopsia Prostática baixa controle de ecografía transretal.
Imagens compatíveis com: Próstata de 38x41x31mm que tem um peso aproximado de 34g. Sendo o valor do antígeno prostático especifico para esse peso, de 4ng/ml. Imagem quistica na zona central retro ureteral, vesículas seminais simétricas.
Anatomia patológica: demonstrou se Adenocarcinoma Diferenciado de próstata Score de Gleason 5 (3+2). Trata-se de um carcinoma bilateral, o compromisso é similares em ambos lados e de um 50%.
Data do laudo: 15/05/2001
Cintilografia óssea total: data 06/06/01 no barrido óssea realizada não se visualiza áreas de hiperconcentração patológica de isótopos.
TAC de abdômen e pélvis. O fígado conserva sua morfologia e densidade habitual,
Sua estrutura é homogenia,a não há dilatação da via biliar, o conteúdo de vesícula biliar é homogênea por este método. Baço, pâncreas, rins e adrenais conservados. A nível pelviano observou-se um aumento no tamanho da próstata com impronta do piso vesical, a bexiga mostra suas paredes discretamente engrossadas. Não se observam adenomegalias retroperitoneais ilíacas e inguinais.

Evolução da enfermidade

Começa-se o tratamento com gosorelina, 3,6 injetável, 1 por mês e com bicalutamida 50mg por dia. Foi feito B.A.T. pré-tratamento definitivo.
Indica-se 50 gotas do medicamento, sublingual, a cada 6 horas.
06/06/2001 Cintilografia óssea total, determinou que no barrido ósseo feito não se visualizaram áreas de hiperconcentração patológica dos isótopos.
03/04/2002 sem sintomas, aumenta-se a 60 gotas cada 6 horas.
Normalização dos valores de PSA livre.
Paciente que começa sua doença no estadio T2C N0 M0
Tomou o medicamento durante um ano, atualmente está em cura clinica, toma 30 gotas por dia durante um mês, um mês ao ano. Paciente dado de alta.

Conclusões:

Recebe o medicamento 50 gotas em foram sublingual cada 6 horas, cura-se devido a Basqüadé que fui o medicamento que mais recebeu.
Há normalização dos parâmetros bioquímicos que se encontram dentro dos limites normais.
O paciente leva uma vida com excelente qualidade.

 

Caso 3:Patologia Prostática Maligna

Nome:

Idade: 77 anos


Motivo de Consulta:


Nicturia e urina sem forca.

Antecedentes pessoais:

 

Trombose mesenterica em janeiro de 1995. Foi tratado e está evolucionando sem dificuldades.

Antecedentes familiares:

 

Sem antecedentes a destacar-se

Antecedentes da enfermidade atual:

Pela nicturia e a urina fraca fui atendido pelo urologista o que constatou ao exame retal digital a próstata aumentada de tamanho e endurecida de consistência lenhosa pelo qual indicou-lhe os seguintes exames complementares que deram os seguintes resultados.
11/01/2002: Hemoglobina 134 g/l, Eritro 14mm/h, Creatinina 98mmol/l.
Ecografía de próstata: Bexiga quase fazia não obstante próstata aumentada de tamanho globalmente e heterogênea que mede 55x41. Ecografía de hemiabdomem superior: fígado graxo, não lesão nodular, não outra alterações.
Gamagrafia óssea: Pesquisa lombar (l5) e diminuição do mesmo em ambas articulações sacrilíacas.
Biopsia prostática 11/01/2002: Adenocarcinoma prostático moderadamente diferenciado, Gleason 6, PSA 88,1 ng/l. Concluiu-se que o paciente apresenta um Adenocarcinoma Prostático moderadamente diferenciado não metastatico e indicou-se começar com androcur: 2 comprimidos diários. Ao mês de haver começado o tratamento repetiu-se o PSA 12/02/2002: de 88ng/l a 21,4 ng/l
Alem disso o paciente experimenta uma melhoria notória relacionada coma a nicturia antes mencionada.


Evolução da enfermidade


Não foi possível seguir através do PSA pois não há reativos nos pais. Mais se repete estudos imagenologicos o 4/07/2002 e constatou-se gammagrafia com o seguinte laudo.
Escaneio ósseo nuclear que demonstra acumulo maior do radiofarmaco ao nível da quinta vértebra lombar subjetivo de incremento da atividade osteoblastica neste nível.
Sugere-se estudo radiológico convencional para descartar processo degenerativo ósseo, no resto de esqueleto não se visualiza outras captações patológicas.
Agora o paciente refere apresentar somente dor ao nível da articulação da cadeira.
09/12/2002 realiza-se outro PSA esta em 12nh/l e há franca melhoria da dor ao nível da cadeira continua com o tratamento com o medicamento a uma dose de 40 gotas 3 vezes por dia.
O dia 26/02/2003 um novo PSA indica que esta em 7.4ng/l a nicturia melhorou, preserva um bom estado geral. Não teve perdas de peso. E tem bom apetite.
07/03/2003 É valorado novamente por oncologia e urologia e é reportado como clinicamente curado.
Todos os exames complementares encontram-se dentro dos parâmetros normais.
Paciente clinicamente curado.

Conclusões.

Paciente dado de alta por urologia e oncologia com ultimo PSA de 7,4ng/l. Bom estado geral, sem perda de peso e bom apetite.
Não cabem duvidas, que o efeito benéfico do produto no câncer de próstata, manifestou-se em forma total conduzindo à cura do paciente. (assim nos diz sua filha por e-mail).
E de destacar que a filha deste paciente é oncologista e trabalhou no Instituto Nacional de Oncologia de Cuba e atualmente esta em Luanda – Angola.

Caso 4: Hiperplasia glandular com focos atípicos com PIN III

Nome:


Idade: 72 anos


Motivo de Consulta:


02/05/2002 Consulta a mulher do paciente, apresenta tumoração prostática.


Antecedentes Pessoais:


Sem antecedentes pessoais a destacar-se


Antecedentes Familiares:


Nenhum a se destacar


Antecedentes da Enfermidade Atual:


Tratado por pólipos vesicais, com múltiplas explorações. Em uma delas descobriu-se próstata aumentada de tamanho, tendo o paciente PSA normal. Na primeira anatomia patológica, mostrasse vários fragmentos de tecido prostático com hiperplasia glandular, ectasia, inflamação crônicas e múltiplas zonas de PIN III com hiperplasia
Resultados: Queratina de baixo peso molecular positivo 95% t (++). Queratina de alto peso molecular positivo na zona da proliferação atípica. PIN III (Diagnostico hiperplasia glandular com microareas de PIN III)
Não se observa perda total da capa basal nestas áreas.
Indica-se controle e tratamento no centro de Urologia Oncologico em Buenos Aires. Solicita-se biopsia aos seis meses e PSA aos três meses. Indica-se começar o tratamento com o produto 30 gotas quatro vezes por dia em forma sublingual.
Evolução
05/06/2002 – Concorre à consulta novamente sua esposa. Ela refere que o paciente esta sem sintomas, tem PSA para o dia 03/07/2002. Os valores vêm subindo mais dentro dos limites normais.
PSA de 07/03/2002 – 2.1 ng/l
PSA de 26/03/2002 – 2.54 ng/l
Nos mantemos em contato por e-mail e pelo telefone. Cumpre rigorosamente o tratamento com o medicamento e o processo continua localizado. Ao não ver o paciente não temos a percepção que dá a exploração clinica, mesmo assim, sabemos pelos estudos que o paciente encontra-se dentro dos parâmetros normais.
10/07/2002 – Comunicação telefônica com o paciente que nos refere seu PSA com data 03/07/2002 com um valor de 3.09 ng/ml, não tem sintomas e seu estado geral é bom. Segue recebendo 30 gotas 4 vezes ao dia em forma sublingual; subimos a dose a 45 gotas 4 vezes ao dia devido à pequena elevação do PSA.
07/08/2002 – Outra comunicação telefônica como o paciente na que nos refere continuar sem sintomas, bom animo e fazendo todas suas atividades habituais. Considera que o medicamento o favoreceu em forma plena, o que compartirmos. Próximo controle em marco de 2003. Paciente estável clinicamente. Segue com o medicamento com 45 gotas 4 vezes por dia.
25/03/2003 – Comunicação telefônica com o paciente donde nos comunica encontrar-se em excelente estado de saúde. Nos envia por FAX o ultimo PSA do dia 14/03/2003 com um valor de 3.56ng/ml. Alem disso nos envia uma ecografía pélvica com resultados normais.
Paciente foi dado de alta, atualmente em cura clinica.
Indica-se uma dose de manutenção.


Conclusões


Paciente que atualmente podemos considera-lo curado (não com o critério de 5 anos, critério internacional) graças ao uso de Basqüadé, quem uma vez mas demonstrou sua nobreza como medicamento antineoplasico permitindo que o paciente se encontre em condições de saúde realizando suas tarefas habituais.



Caso 5: Patologia Prostática Maligna

Nome:

Idade: 88 anos

Motivo de Consulta:

25/05/2002 Retenção aguda da urina

Antecedentes Pessoais.

Gonartrite; hipoacusia.

Antecedentes Familiares:

Nenhum

Antecedentes da Enf. Atual.:

Em janeiro de 2002, pela retenção aguda de urina, após de examina-lo fui feito um diagnostico clinico de câncer de próstata, realizou-se uma cistocopia a fim de março, resultado positivo e começou com Flutaminda uma cápsula três vezes ao dia. Aconselharam fazer orquiectomia mas a família prefere terapia alternativa. Perde peso. Anêmico, se dores pélvicos com sonda vesical. Realizou-se uma punção biopsica prostática.
Diagnostico anatomopatologico: A Próstata, lóbulo direito (biopsia), adenocarcinoma moderadamente diferenciado, Gleason 3+4=7 que afeta aproximadamente 30% da amostra, não há invasão perineural.
Há um foco de PIN de alto grau, observou-se foco de permeação linfovascular B. Próstata, lóbulo esquerdo (biopsia), adenocarcinoma moderadamente diferenciado Gleason 3+4=7 que afeta aproximadamente 20% da amostra.
Não se observa invasão perineural ou vascular.
Um mês após cintilografia óssea que amostra secundarismo, não precisando em que osso.

Evolução:

A família e o paciente decidem-se tomar o medicamento.
O paciente sente-se bem de saúde e retirou-se a sonda.
No quarto mês do tratamento com o medicamento esta urinando normalmente.
O 11 de fevereiro de 2003 fui operado cirurgicamente de uma oclusão intestinal causada por aderência de uma velha operação de apendicite. Teve grave e permaneceu hospitalizado por 36 dias.
Também devido a uma neumonia pela infecção de uma bactéria hospitalar, mais esta respondendo satisfatoriamente.
Com um exame retal e uma tomografia computadorizada de abdome e pélvis. No exame retal encontrou-se uma próstata aumentada de tamanho mais suave, como uma bolha e não pétrea. Não demonstrou dor ao tato, a TAC mostrou uma próstata um pouco grande. O cirurgião informou que na área da operação os intestinos estavam livres de metástase, somente encontrou necrose de um intestino delgado por aderência.
Troca de medico e concorre a um oncologista urologista que na o conhecia o seu caso e que encontrou a próstata do tamanho de uma ameixa.
Encontrou que a próstata era de consistência suave como borracha e que tinha uma pequena protuberância também mole.
Surpreendeu-se que anteriormente houve-se sido diagnosticado de câncer avançado de próstata. O medico viu a biopsia e confessou que se não fosse por ela não acreditaria que se tratara de mesma pessoa.
Mostrou ao medico um frasco de medicamento que esteve tomando. Conclui que este medicamento, que fui o único que tomou, deveu ter um bom efeito sobre o câncer. Porem recomendou fazer novos exames de laboratório e de raios “X”, e lhe recomendou não deixar de tomar esse medicamento.


--
< alguns casos tratados

 

Última Act.: 16-07-2010
Powered by Zona Hosting - Hosting y registro de dominios