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Casos clínicos de câncer
de próstata
Nome:
Idade: 67 anos
Motivo da consulta:
5/10/2001 Consulta por Polaquiúria e disúria.
Faz RAO que amerita ser sondado. He tratado com desinflamatorios
pélvicos e não melhora. Esta sintomatologia ele já
estava apresentado há seis meses. Foi motivado a fazer a
consulta pelo episodio de RAO.
Antecedentes pessoais:
Sem antecedentes pessoais a se destacar.
Antecedentes familiares:
Mãe falecida por CA de reto.
Antecedentes de da doença atual:
Inicia-se há seis meses com polaquiúria
e disúria que justifica o tratamento já enunciado.
Realiza-se toque retal que demonstra próstata compatível
com grado IV de hipertrofia. Realiza-se uma biopsia por ecografia
transretal que demonstra adenocarcinoma de próstata bem diferenciado.
Gleason 5, PSA 14.94
Inicia-se o tratamento com Basqüadé o dia 3 de novembro
de 2001, 40 gotas 3 vezes ao dia.PSA aos 39 dias: 8.21
23/11/2001: Tomografia computadorizada
Próstata muito aumentada de tamanho e sua densidade é
heterogenia com uma pequena formação hipodensa, que
pode corresponder-se à necrose no seu interior.
Deforma o piso da bexiga mais não parece infiltra-la.
Decide-se aumentar o medicamento para 40 gotas 4 vezes ao dia. Melhora
os transtornos miccionarios (ardor miccional) e dor testicular.
Evolução da enfermidade
Com data 16/01/2002 realiza-se PSA com o seguinte
resultado: 6.74ng/ml. O 22/08/2002 PSA total 0.83ng/ml. Destaca-se
que o paciente também recebeu, como aconselhamos, a terapia
convencional, hormonal e radiante, estando no momento em cura clinica.
Paciente de alta.
Conclusões:
Basqüadé é um medicamento de
comprovada eficácia nesta patologia, demonstrada com os anos
e a experiência empírica. É evidente que o produto
evitou danos mais significativos no paciente e podemos dizer que
é um medicamento pelo que este paciente vive agradecido por
haver eliminado seu mal.
Caso 2: Patologia prostática maligna
Nome:
Idade: 66 anos
Motivo de Consulta:
26/12/2000 Consulta por Polaquiúria sem outros sintomas.
Urinas normais.
Antecedentes Pessoais
Hipertensão, tratado com regime hiposodico mesmo que não
o cumpre regularmente.
Fumador por 30 anos. Não álcool. Apendicectomizado
e amigdalectomizado asma até os 22 anos.
Antecedentes Familiares:
Nenhum a se destacar
Antecedentes da Enfermidade Atual:
Inicia-se com polaquiúria. Foi estudado com
PSA que demonstrou cifras de 84.5 o dia 5/03/2001 o que motivou
um estudo mais exaustivo.
04/04/2001 – Realizou-se ecografía
que mostrou imagens compatíveis com próstata de 38mm
x 36mm por 42mm com um peso aproximado de 28g, resíduo por
miccional escasso sem significado patológico, parede vesical
de grossura normal, sem projeções endoluminales, unindo
vesicouretais livres. Ecografía renal bilateral: ambos rins
são de forma e tamanho normal, com relação
parenquimo-sinusal conservado. Não se observam signos de
hidrinefrose nem imagens que poderiam corresponder a litíase.
Punção Biopsia Prostática baixa controle de
ecografía transretal.
Imagens compatíveis com: Próstata de 38x41x31mm que
tem um peso aproximado de 34g. Sendo o valor do antígeno
prostático especifico para esse peso, de 4ng/ml. Imagem quistica
na zona central retro ureteral, vesículas seminais simétricas.
Anatomia patológica: demonstrou se Adenocarcinoma Diferenciado
de próstata Score de Gleason 5 (3+2). Trata-se de um carcinoma
bilateral, o compromisso é similares em ambos lados e de
um 50%.
Data do laudo: 15/05/2001
Cintilografia óssea total: data 06/06/01 no barrido óssea
realizada não se visualiza áreas de hiperconcentração
patológica de isótopos.
TAC de abdômen e pélvis. O fígado conserva sua
morfologia e densidade habitual,
Sua estrutura é homogenia,a não há dilatação
da via biliar, o conteúdo de vesícula biliar é
homogênea por este método. Baço, pâncreas,
rins e adrenais conservados. A nível pelviano observou-se
um aumento no tamanho da próstata com impronta do piso vesical,
a bexiga mostra suas paredes discretamente engrossadas. Não
se observam adenomegalias retroperitoneais ilíacas e inguinais.
Evolução da enfermidade
Começa-se o tratamento com gosorelina, 3,6
injetável, 1 por mês e com bicalutamida 50mg por dia.
Foi feito B.A.T. pré-tratamento definitivo.
Indica-se 50 gotas do medicamento, sublingual, a cada 6 horas.
06/06/2001 Cintilografia óssea total, determinou que no barrido
ósseo feito não se visualizaram áreas de hiperconcentração
patológica dos isótopos.
03/04/2002 sem sintomas, aumenta-se a 60 gotas cada 6 horas.
Normalização dos valores de PSA livre.
Paciente que começa sua doença no estadio T2C N0 M0
Tomou o medicamento durante um ano, atualmente está em cura
clinica, toma 30 gotas por dia durante um mês, um mês
ao ano. Paciente dado de alta.
Conclusões:
Recebe o medicamento 50 gotas em foram sublingual
cada 6 horas, cura-se devido a Basqüadé que fui o medicamento
que mais recebeu.
Há normalização dos parâmetros bioquímicos
que se encontram dentro dos limites normais.
O paciente leva uma vida com excelente qualidade.
Caso 3:Patologia Prostática Maligna
Nome:
Idade: 77 anos
Motivo de Consulta:
Nicturia e urina sem forca.
Antecedentes pessoais:
Trombose mesenterica em janeiro de 1995. Foi tratado
e está evolucionando sem dificuldades.
Antecedentes familiares:
Sem antecedentes a destacar-se
Antecedentes da enfermidade atual:
Pela nicturia e a urina fraca fui atendido pelo
urologista o que constatou ao exame retal digital a próstata
aumentada de tamanho e endurecida de consistência lenhosa
pelo qual indicou-lhe os seguintes exames complementares que deram
os seguintes resultados.
11/01/2002: Hemoglobina 134 g/l, Eritro 14mm/h, Creatinina 98mmol/l.
Ecografía de próstata: Bexiga quase fazia não
obstante próstata aumentada de tamanho globalmente e heterogênea
que mede 55x41. Ecografía de hemiabdomem superior: fígado
graxo, não lesão nodular, não outra alterações.
Gamagrafia óssea: Pesquisa lombar (l5) e diminuição
do mesmo em ambas articulações sacrilíacas.
Biopsia prostática 11/01/2002: Adenocarcinoma prostático
moderadamente diferenciado, Gleason 6, PSA 88,1 ng/l. Concluiu-se
que o paciente apresenta um Adenocarcinoma Prostático moderadamente
diferenciado não metastatico e indicou-se começar
com androcur: 2 comprimidos diários. Ao mês de haver
começado o tratamento repetiu-se o PSA 12/02/2002: de 88ng/l
a 21,4 ng/l
Alem disso o paciente experimenta uma melhoria notória relacionada
coma a nicturia antes mencionada.
Evolução da enfermidade
Não foi possível seguir através do PSA pois
não há reativos nos pais. Mais se repete estudos imagenologicos
o 4/07/2002 e constatou-se gammagrafia com o seguinte laudo.
Escaneio ósseo nuclear que demonstra acumulo maior do radiofarmaco
ao nível da quinta vértebra lombar subjetivo de incremento
da atividade osteoblastica neste nível.
Sugere-se estudo radiológico convencional para descartar
processo degenerativo ósseo, no resto de esqueleto não
se visualiza outras captações patológicas.
Agora o paciente refere apresentar somente dor ao nível da
articulação da cadeira.
09/12/2002 realiza-se outro PSA esta em 12nh/l e há franca
melhoria da dor ao nível da cadeira continua com o tratamento
com o medicamento a uma dose de 40 gotas 3 vezes por dia.
O dia 26/02/2003 um novo PSA indica que esta em 7.4ng/l a nicturia
melhorou, preserva um bom estado geral. Não teve perdas de
peso. E tem bom apetite.
07/03/2003 É valorado novamente por oncologia e urologia
e é reportado como clinicamente curado.
Todos os exames complementares encontram-se dentro dos parâmetros
normais.
Paciente clinicamente curado.
Conclusões.
Paciente dado de alta por urologia e oncologia com
ultimo PSA de 7,4ng/l. Bom estado geral, sem perda de peso e bom
apetite.
Não cabem duvidas, que o efeito benéfico do produto
no câncer de próstata, manifestou-se em forma total
conduzindo à cura do paciente. (assim nos diz sua filha por
e-mail).
E de destacar que a filha deste paciente é oncologista e
trabalhou no Instituto Nacional de Oncologia de Cuba e atualmente
esta em Luanda – Angola.
Caso 4: Hiperplasia glandular com focos atípicos
com PIN III
Nome:
Idade: 72 anos
Motivo de Consulta:
02/05/2002 Consulta a mulher do paciente, apresenta tumoração
prostática.
Antecedentes Pessoais:
Sem antecedentes pessoais a destacar-se
Antecedentes Familiares:
Nenhum a se destacar
Antecedentes da Enfermidade Atual:
Tratado por pólipos vesicais, com múltiplas explorações.
Em uma delas descobriu-se próstata aumentada de tamanho,
tendo o paciente PSA normal. Na primeira anatomia patológica,
mostrasse vários fragmentos de tecido prostático com
hiperplasia glandular, ectasia, inflamação crônicas
e múltiplas zonas de PIN III com hiperplasia
Resultados: Queratina de baixo peso molecular positivo 95% t (++).
Queratina de alto peso molecular positivo na zona da proliferação
atípica. PIN III (Diagnostico hiperplasia glandular com microareas
de PIN III)
Não se observa perda total da capa basal nestas áreas.
Indica-se controle e tratamento no centro de Urologia Oncologico
em Buenos Aires. Solicita-se biopsia aos seis meses e PSA aos três
meses. Indica-se começar o tratamento com o produto 30 gotas
quatro vezes por dia em forma sublingual.
Evolução
05/06/2002 – Concorre à consulta novamente sua esposa.
Ela refere que o paciente esta sem sintomas, tem PSA para o dia
03/07/2002. Os valores vêm subindo mais dentro dos limites
normais.
PSA de 07/03/2002 – 2.1 ng/l
PSA de 26/03/2002 – 2.54 ng/l
Nos mantemos em contato por e-mail e pelo telefone. Cumpre rigorosamente
o tratamento com o medicamento e o processo continua localizado.
Ao não ver o paciente não temos a percepção
que dá a exploração clinica, mesmo assim, sabemos
pelos estudos que o paciente encontra-se dentro dos parâmetros
normais.
10/07/2002 – Comunicação telefônica com
o paciente que nos refere seu PSA com data 03/07/2002 com um valor
de 3.09 ng/ml, não tem sintomas e seu estado geral é
bom. Segue recebendo 30 gotas 4 vezes ao dia em forma sublingual;
subimos a dose a 45 gotas 4 vezes ao dia devido à pequena
elevação do PSA.
07/08/2002 – Outra comunicação telefônica
como o paciente na que nos refere continuar sem sintomas, bom animo
e fazendo todas suas atividades habituais. Considera que o medicamento
o favoreceu em forma plena, o que compartirmos. Próximo controle
em marco de 2003. Paciente estável clinicamente. Segue com
o medicamento com 45 gotas 4 vezes por dia.
25/03/2003 – Comunicação telefônica com
o paciente donde nos comunica encontrar-se em excelente estado de
saúde. Nos envia por FAX o ultimo PSA do dia 14/03/2003 com
um valor de 3.56ng/ml. Alem disso nos envia uma ecografía
pélvica com resultados normais.
Paciente foi dado de alta, atualmente em cura clinica.
Indica-se uma dose de manutenção.
Conclusões
Paciente que atualmente podemos considera-lo curado (não
com o critério de 5 anos, critério internacional)
graças ao uso de Basqüadé, quem uma vez mas demonstrou
sua nobreza como medicamento antineoplasico permitindo que o paciente
se encontre em condições de saúde realizando
suas tarefas habituais.
Caso 5: Patologia Prostática Maligna
Nome:
Idade: 88 anos
Motivo de Consulta:
25/05/2002 Retenção aguda da urina
Antecedentes Pessoais.
Gonartrite; hipoacusia.
Antecedentes Familiares:
Nenhum
Antecedentes da Enf. Atual.:
Em janeiro de 2002, pela retenção
aguda de urina, após de examina-lo fui feito um diagnostico
clinico de câncer de próstata, realizou-se uma cistocopia
a fim de março, resultado positivo e começou com Flutaminda
uma cápsula três vezes ao dia. Aconselharam fazer orquiectomia
mas a família prefere terapia alternativa. Perde peso. Anêmico,
se dores pélvicos com sonda vesical. Realizou-se uma punção
biopsica prostática.
Diagnostico anatomopatologico: A Próstata, lóbulo
direito (biopsia), adenocarcinoma moderadamente diferenciado, Gleason
3+4=7 que afeta aproximadamente 30% da amostra, não há
invasão perineural.
Há um foco de PIN de alto grau, observou-se foco de permeação
linfovascular B. Próstata, lóbulo esquerdo (biopsia),
adenocarcinoma moderadamente diferenciado Gleason 3+4=7 que afeta
aproximadamente 20% da amostra.
Não se observa invasão perineural ou vascular.
Um mês após cintilografia óssea que amostra
secundarismo, não precisando em que osso.
Evolução:
A família e o paciente decidem-se tomar o
medicamento.
O paciente sente-se bem de saúde e retirou-se a sonda.
No quarto mês do tratamento com o medicamento esta urinando
normalmente.
O 11 de fevereiro de 2003 fui operado cirurgicamente de uma oclusão
intestinal causada por aderência de uma velha operação
de apendicite. Teve grave e permaneceu hospitalizado por 36 dias.
Também devido a uma neumonia pela infecção
de uma bactéria hospitalar, mais esta respondendo satisfatoriamente.
Com um exame retal e uma tomografia computadorizada de abdome e
pélvis. No exame retal encontrou-se uma próstata aumentada
de tamanho mais suave, como uma bolha e não pétrea.
Não demonstrou dor ao tato, a TAC mostrou uma próstata
um pouco grande. O cirurgião informou que na área
da operação os intestinos estavam livres de metástase,
somente encontrou necrose de um intestino delgado por aderência.
Troca de medico e concorre a um oncologista urologista que na o
conhecia o seu caso e que encontrou a próstata do tamanho
de uma ameixa.
Encontrou que a próstata era de consistência suave
como borracha e que tinha uma pequena protuberância também
mole.
Surpreendeu-se que anteriormente houve-se sido diagnosticado de
câncer avançado de próstata. O medico viu a
biopsia e confessou que se não fosse por ela não acreditaria
que se tratara de mesma pessoa.
Mostrou ao medico um frasco de medicamento que esteve tomando. Conclui
que este medicamento, que fui o único que tomou, deveu ter
um bom efeito sobre o câncer. Porem recomendou fazer novos
exames de laboratório e de raios “X”, e lhe recomendou
não deixar de tomar esse medicamento.
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casos tratados
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